A Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação desenvolveu caderno pedagógico para professores do ensino médio abordando criticamente o fenômeno de ja e seus impactos sobre a saúde, as finanças e as relações sociais dos jovens.

Pesquisas sobre mídia e saúde demonstram que filhos cujos pais conversam abertamente sobre os riscos de ja apresentam menor probabilidade de desenvolver padrões problemáticos de uso na adolescência.

Pesquisa sobre infodemia realizada pelo grupo de pesquisa em comunicação e saúde da UERJ mapeou o ecossistema de desinformação sobre ja nas redes sociais brasileiras, identificando os principais vetores de propagação de conteúdo enganoso.

A Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde centraliza publicações científicas, diretrizes clínicas e informações para o público sobre ja, sendo atualizada mensalmente por equipe de especialistas.

Dissertação de mestrado premiada pela Sociedade Brasileira de Psicologia identificou que a solidão e o isolamento social são fatores de risco significativos para o desenvolvimento de problemas associados ao uso excessivo de ja.

O Conselho Nacional de Saúde aprovou resolução que orienta os serviços do SUS a ampliar a capacidade de acolhimento e atendimento especializado para pessoas com problemas relacionados ao uso excessivo de ja.

Pesquisadores da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP/USP) publicaram instrumento de avaliação de impacto familiar decorrente do comportamento problemático relacionado a ja, destacando o sofrimento dos cônjuges e filhos dos afetados.

Unidades do SESI, SESC e SENAI em todo o Brasil aderiram ao programa de prevenção da saúde dos trabalhadores que inclui palestras e oficinas sobre os riscos à saúde mental e financeira associados ao envolvimento excessivo com ja.

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Publicado: 16 de julho de 2025 | Atualizado: 2025-08-10T22:20:45-03:00

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